O conselho de Churchill para todos os criadores

Recentemente meu pai me deu de presente os dois volumes de Memórias da Segunda Guerra, de Winston Churchill. Além de ter ficado absurdamente feliz, esse presente me deixou uma coisa bem clara:

Que, além de um político, estadista e orador brilhante, Churchill também era um criador e um criativo. Ele tinha verdadeira paixão pela pintura e era um escritor de muito talento, tendo recebido um Prêmio Nobel de Literatura.

Sendo assim, Churchill conhecia as dores e os prazeres do processo criativo. Certa vez ele disse:

Para começar, o seu projeto é um brinquedo e uma diversão. Então ele se transforma em uma amante, então em um mestre e então em um tirano. A última fase ocorre quando você, prestes a fazer as pazes com a sua servidão, mata aquele monstro e mostra seu feito ao público.

É isso aí.

O prazer do impulso criativo é parte do processo, claro. Mas há um bom tanto de suor e lágrimas envolvido em tudo o que vale a pena ser criado. E, ao final, nós precisamos soltar nossa criação para o mundo. Ela de nada servirá se continuar trancada em nossas gavetas.

E se até um cara como Churchill sofria com isso, então estamos no caminho certo!

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